Durante o primeiro turno, uma campanha viral na internet foi apontada como possível responsável pela perda de votos da candidata petista, que não conseguiu vencer o pleito no primeiro turno como indicavam pesquisas de intenção de voto. Após a definição de segundo turno, Dilma tem tratado do assunto várias vezes, sempre destacando ser contra o aborto. No passado, ela havia defendido posição contrária, se colocando a favor da descriminalização da prática, que deveria, segundo ela, ser tratada como questão de saúde pública.
A coligação reclama também no TSE de outras acusações do padre, como a de que o PT e Dilma pretendem aprovar leis que cerceiam a liberdade religiosa e de imprensa, ou que aprovem o casamento homossexual. Segundo a representação, o padre também disse que a candidata e o partido tem a intenção de tornar o Brasil um país comunista e terrorista e chegou a sugerir que "o PT poderia praticar algum crime contra a sua integridade física” por causa das declarações que deu.
Na representação, a coligação destaca que durante o processo eleitoral, as emissoras de televisão são proibidas de veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, a seus órgãos ou representantes, bem como dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação. A relatora do processo é a ministra Nancy Andrighi.
Agência O Globo
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